Sempre devemos lutar pela liberdade. A liberdade definitiva da classe trabalhadora. A liberdade que nos une para fundarmos e fazermos uma ciência que oportunize pensarmos para além do que direciona a opressão e a violência.
A extrema-direita e a direita moderada se unem sempre para destruir os sonhos da classe trabalhadora, para tornar a classe trabalhadora refém das necessidades das burguesias nacionais e internacionais.
Trabalhar seis dias e folgar apenas um é resultado do processo escravocrata ainda vigente. A classe trabalhadora, para os patrões, nasceu apenas para trabalhar.
Precisamos nos unir para provar pela ciência e pelas lutas dos movimentos sociais que a escala 6 por 1 é uma enorme violência contra mulheres e homens que vendem sua força de trabalho.
José Roberto Nunes de Azevedo
Tulio Barbosa
Editores
LUTA ANTIRRACISTA!
LUTA ANTICOLONIALISTA!
Emiliza Rosemberg Mendes Didier
RESUMO: O ano de 2022 é tido por analistas de política internacional como um ano que deve marcar as iniciativas de política externa do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Em função das diferenças antagônicas que o elegeram frente ao seu antecessor, Donald Trump, o presente artigo pretende analisar os dois planos regionais lançados pelo chefe de Estado norte americano Biden para atender a região da Associação das Nações do Sudeste Asiático e a América Latina, comparando com políticas e intervenções nas mesmas regiões feitas na gestão passada e identificando elementos que envolvem a Teoria Orientada pelos Agentes na condução da política dos dois atores.
PALAVRAS-CHAVE: Política Externa; Estados Unidos; Asean; América Latina; Teoria Orientada pelos Agentes.
Bruna Laís Bertolini
Fernando Luiz de Paula Santil
RESUMO
Este artigo discute a realidade das pessoas em situação de rua na cidade de Maringá (PR), evidenciando os principais desafios enfrentados por essa população e propondo possíveis soluções por meio de políticas públicas intersetoriais e ações colaborativas entre Estado, sociedade civil e organizações não governamentais. A pesquisa parte da constatação de que essas pessoas são, em grande medida, invisibilizadas e criminalizadas, sendo tratadas como um incômodo ao espaço urbano e não como sujeitos de direitos. Com base em autores que abordam a exclusão social, o preconceito e a desumanização, o trabalho destaca o papel da hostilidade institucional e da indiferença social no agravamento da situação de rua. Dentre as soluções discutidas, ressalta-se a necessidade de programas de acolhimento, segurança alimentar e políticas habitacionais efetivas, com ênfase no modelo internacional Housing First, que prioriza a oferta imediata de moradia como etapa inicial para a reinserção social. A análise defende que apenas com o envolvimento contínuo e articulado de diferentes setores será possível construir uma cidade mais inclusiva, que respeite e valorize a dignidade humana.
PALAVRAS-CHAVE: População em situação de rua; Exclusão social; Políticas públicas; Maringá.